terça-feira, fevereiro 14, 2006

ÉVORA; a Camara Municipal e os Politicos

Efectivamente muitas das promessas de José Ernesto não foram cumpridas, mas raramente terá havido um presidente de Câmara que tenha estado debaixo de fogo como em Évora.
Por um lado os que já tinham tido, usado e abusado do poder perdido para a equipa Zé Ernesto, por outro os que não tendo tido o poder e que nunca o terão, juntaram esforços para tentar destruir o actual presidente de câmara.
Tudo isto somado a elementos da CCR e ao conluio interno na câmara, promovido por alguns técnicos e funcionários que a soldo de interesses partidários, que sonharam ser os donos da cidade e da forma de viver dos seus habitantes.
Curioso é que quase todos os peões desta estratégia provem do exterior (da região) e nunca perceberam a mentalidade e forma de estar dos alentejanos, o que não admira pois são oriundos do norte do Tejo, Lisboa, Linha de Cascais-Sintra, Aveiro, Coimbra, etc...
No entanto uma palavra de recriminação a Zé Ernesto, que deveria ter exercido de uma forma mais acutilante a sua autoridade democraticamente adquirida pelo voto dos eborenses, já por 2 vezes.”
Comentário de um Anónimo, no Blog MAIS ÉVORA – Dezembro 31, 2005